Tenho de dizer que o Rosenhan é o meu herói. Que momento! Passamos a vida inteira à espera de um momento como aquele. De uma forma genial cobriu de ridículo o tratamento que era dado aos doentes nos hospitais psiquiátricos e provou que os psiquiatras não conseguiam distinguir entre quem estava doente e quem não estava. Se tivesse sido eu a ser exposto daquela maneira, teria mudado de profissão. Fazem falta mais Rosenhans para infiltrarem pseudo artistas para os críticos julgarem, pessoas pseudo normais p participarem em reality shows, pseudo armas de destruição maciça para começar guerras, pseudo votadores para elegerem políticos, ditadores pseudo democráticos para serem aliados, pseudo ditadores para serem inimigos, pseudo partidos para serem alternativa, pseudo igualdade para esconder as diferenças, pseudo democracia para proteger o capitalismo...
Mas, pensando bem, os rosenhans estão aí, só que fazem os estudos às escondidas para perpetuar o erro, e vão dando drogas e tratamentos de choque aos doentes para que estes continuem a pensar que tudo é normal.
Rosenhan morreu e os verdadeiros loucos tomaram conta do manicómio.
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ResponderEliminarO meu pseudo intelecto não me permite comentar condignamente.
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